Quem: O médico e ex-prefeito de Lastro, Athaide Gonçalves Diniz.
O quê: Lançamento do livro “Política não é espetáculo – Responsabilidade em tempos de ruído”, que tem chamado atenção nas redes sociais pelo caráter crítico em relação à polarização, ao personalismo e à transformação da política em encenação.
Quando e onde: O texto informa que a obra já foi lançada, sem detalhar data ou local do lançamento.
Como e por quê: Escrito antes de qualquer disputa por cargo estadual, o livro compila reflexões sobre temas como democracia, responsabilidade pública, juventude, gestão, limites institucionais e a importância da presença política. Segundo o autor, a iniciativa visa resgatar a responsabilidade em um contexto político dominado pelo imediatismo das redes sociais, sem alimentar mais polarização.
No prefácio e nas primeiras páginas, Athaide aponta que, no cenário político atual, o barulho tende a se sobrepor à responsabilidade. Para ele, governar exige coragem para tomar decisões, responsabilidade institucional e foco em resultados concretos, mesmo quando as medidas não geram reconhecimento imediato.
O livro traz capítulos que abordam criticamente comportamentos e ideias que, na avaliação do autor, distorcem a prática política. Entre os títulos presentes na obra estão:
• “Democracia não é grito”
• “O perigo das exceções”
• “Ideologia não salva vidas”
• “Quando o Estado chega tarde”
• “Poder sem caráter”
• “Contra o messianismo”
• “O legado depois do cargo”
• “Presença”
Em trechos reproduzidos nas redes, Athaide alerta para a limitação de discursos performáticos frente a problemas concretos, ressaltando que narrativas grandiosas não substituem serviços públicos essenciais nem consertam um sistema de saúde fragilizado. No capítulo dedicado ao messianismo, o autor critica a dependência exagerada de líderes carismáticos e defende a construção e o fortalecimento de instituições que funcionem.
Outro ponto ressaltado na obra é a defesa de uma atuação política mais próxima das pessoas, pautada pela presença humana cotidiana e não apenas pela exposição mediática. Em suas palavras, o livro surge da necessidade de devolver à política a centralidade da responsabilidade em vez do imediatismo das redes.
O encerramento da obra retoma a ideia de que a democracia precisa menos de gritos e mais de decisões responsáveis, sintetizando a mensagem que permeia os capítulos.
Com informações de Polemicaparaiba



