Um pedido da defesa do delegado Braz Morroni, detido durante a Operação Perfídia, por conversão da prisão temporária em prisão domiciliar humanitária foi rejeitado em primeira análise pela Justiça da Paraíba.
Segundo a defesa, o delegado foi diagnosticado com câncer de próstata, motivo pelo qual requereu a substituição da prisão temporária por regime domiciliar em razão do quadro de saúde. O pedido foi formalizado e apresentado no curso da audiência de custódia realizada após a prisão.
Na audiência, a Justiça da Paraíba analisou a solicitação dos advogados de Morroni, mas negou de imediato a conversão da custódia, por entender que não foram apresentados elementos suficientes que justificassem a mudança naquele momento. A decisão manteve a prisão temporária enquanto os autos e as comprovações solicitadas seguem sob avaliação.
O delegado Braz Morroni permanece detido no âmbito das investigações ligadas à Operação Perfídia, cuja apuração envolve suspeitas de desvio de drogas. A defesa sustentou o pedido de prisão domiciliar humanitária com base no diagnóstico médico, que, segundo os advogados, exigiria cuidados específicos.
Durante a audiência de custódia, procedimentos formais de apreciação do pedido foram adotados pela autoridade judicial competente. Com a negativa imediata da conversão, a defesa poderá adotar as medidas cabíveis para apresentar documentação complementar ou recorrer da decisão, conforme previsto nos trâmites legais.
Até o momento, não houve alteração do regime de detenção do delegado nem comunicação oficial, por parte do Judiciário, sobre concessão de qualquer benefício prisional em razão do problema de saúde alegado.
O caso segue em instrução, com as partes envolvidas aguardando a juntada de documentos e a continuidade da investigação para que as medidas processuais necessárias sejam tomadas.
Com informações de Paraibaonline



