Campina Grande (PB) – O tareco, biscoito que figura entre os mais populares do Nordeste, foi o foco da coluna “Do Grão ao Pão”, publicada em 21 de novembro de 2025 no portal ParaibaOnline. Assinada pelo jornalista Norival Monteiro, a reportagem reuniu fatos históricos, versões populares e curiosidades a respeito da iguaria, reforçando a importância cultural do quitute nas mesas nordestinas.
A publicação detalha que a origem do tareco envolve diversos relatos e interpretações, o que gera controvérsias entre estudiosos da culinária regional. Ainda assim, o texto ressalta que, ao longo do tempo, o biscoito consolidou-se como parte do cotidiano alimentar de famílias de diferentes estados do Nordeste, sendo consumido principalmente no café da manhã ou em lanches vespertinos.
Segundo Monteiro, o apreço pelo tareco atravessa gerações. O autor da coluna pontua que a simplicidade dos ingredientes, geralmente limitados a farinha, açúcar e ovos, tornou o produto acessível em áreas urbanas e rurais. Ao comentar o preparo, o jornalista observa que a textura firme e o sabor levemente adocicado contribuem para a longevidade do biscoito, que permanece fresco por vários dias, característica valorizada em regiões de clima quente.
O texto também destaca o espaço do tareco em manifestações culturais. De acordo com a coluna, a iguaria é mencionada em canções, feiras populares e celebrações religiosas, funcionando como símbolo de identidade para comunidades que preservam receitas tradicionais. Além disso, Monteiro registra que a venda do biscoito se espalhou por mercados municipais e pequenos comércios, reforçando o papel econômico de produtores artesanais.
Apesar da popularidade, a matéria sublinha que não há consenso sobre o local exato de criação do tareco. Estudos gastronômicos citados pelo colunista apontam apenas que o biscoito começou a circular no Nordeste em períodos remotos, mas permanecem lacunas documentais sobre datas e influências externas. Essas indefinições, segundo o texto, alimentam pesquisas acadêmicas e discussões entre historiadores da alimentação.
Ao final, Monteiro conclui que, independentemente das divergências sobre sua origem, o tareco segue como referência afetiva e cultural para a população nordestina, permanecendo presente em residências, estabelecimentos comerciais e eventos típicos.
Com informações de Paraibaonline




