O comerciante Francisco de Souza, conhecido em toda Cajazeiras como Amaral ou “Amaral de Pedão”, morreu na tarde de sábado (22) no Hospital Regional de Cajazeiras (HRC). Ele tinha 76 anos e era uma figura popular na cidade pela simpatia e pelo trabalho como vendedor de diversos produtos ao longo de décadas.
Segundo familiares, Amaral convivia com diabetes, hipertensão e broncquiectasia, além de estar sendo investigado para outras complicações. Seu quadro de saúde piorou após uma fratura no fêmur, fato que culminou no falecimento.
O velório ocorreu na Mortuária São Vicente de Paula. No domingo (23), amigos e parentes o acompanharam até o Cemitério Nossa Senhora de Aparecida, onde foi sepultado.
Amaral era casado com Inácia Cavalcante de Souza, também de 76 anos. O casal teve seis filhos — Fabiana, Fernanda, Netinho, Nadja, Nadiane e Flávio — e seis netos.
Além da atividade como vendedor, Francisco de Souza atuou como gerente da Empresa de Ônibus Andorinha, pertencente ao empresário João Rodrigues Alves. O trabalho lhe rendeu reconhecimento em diferentes setores da comunidade.
Comoção nas redes sociais
A notícia provocou grande repercussão no município. Diversas manifestações de pesar foram publicadas em perfis pessoais e páginas locais.
O comunicador Iedo Júnior recordou que sua mãe, dona Chiquinha, chamava Amaral de “meu moleque Amaral”. Ele relatou que o comerciante era responsável pela venda e distribuição de jornais e revistas, que adquiria na Barra de Chico Bembem, ao lado das Lojas Pernambucanas, gerida por Seu Leitão. Iedo também mencionou o período em que o amigo foi gerente da Andorinha.
O funcionário público Mário Alves contou ter encontrado Amaral na semana anterior ao falecimento e relatou uma conversa sobre o irmão dele, Chico Bembem. Mário externou condolências à família.
O advogado e professor universitário Joaquim Alencar, compadre do comerciante, também lamentou a perda publicamente. Já o radialista Abrantes Júnior agradeceu, em seu perfil, o apoio que recebeu de Amaral em momentos importantes da vida profissional.
Em publicação da aposentada Fátima de Aquino, vários amigos deixaram mensagens destacando a importância de Amaral para a história de Cajazeiras e o carinho que nutria por todos.
Descrito pelos familiares como alguém que “sempre foi muito querido por todos”, Amaral de Pedão deixa um legado de simplicidade e amizade, lembrado por quem o conheceu nas ruas, no comércio e nos serviços prestados à comunidade.
Com informações de Diariodosertao




