Uma intervenção no Açude Evaldo Gonçalves, em Puxinanã, resultou na elevação do volume de água que percorreu o leito natural do rio e alcançou áreas de Campina Grande, segundo relatos de moradores.

A Prefeitura de Puxinanã abriu uma vala lateral na estrutura do açude com o objetivo de reduzir a pressão sobre a barragem. A medida provocou o aumento do fluxo, que seguiu pelo curso do rio e atingiu bairros da cidade vizinha.

No bairro São Januário, em Campina Grande, moradores disseram que a água invadiu residências durante a madrugada desta terça-feira, 2 de junho de 2026. As famílias afetadas relataram que a elevação no nível do rio ocorreu rapidamente após a abertura da vala.

O episódio ocorreu na madrugada, quando muitos moradores estavam em suas casas, e provocou alagamentos em áreas residenciais do bairro mencionado. Informações sobre a extensão dos danos, número de residências afetadas ou eventuais deslocamentos de moradores não foram detalhadas nas informações recebidas.

A ação de abertura da vala foi justificada pela necessidade de reduzir a pressão sobre a barragem do Açude Evaldo Gonçalves. O aumento do volume de água deslocado pela intervenção foi o fator apontado para que o fluxo seguisse pelo canal natural até atingir setores de Campina Grande.

As equipes responsáveis pela manutenção da barragem tomaram a decisão de abrir a vala como medida técnica para preservar a integridade da estrutura. A movimentação da água pelo leito natural conectou diretamente as duas localidades, com reflexo nas residências às margens do rio no trecho afetado.

Não há, entre as informações recebidas, registros adicionais sobre resposta de autoridades locais em Campina Grande ou ações de assistência às famílias atingidas que possam ser confirmadas até o fechamento desta edição.

O caso segue sob acompanhamento conforme as condições do reservatório e do curso d’água nas próximas horas.

Com informações de Paraibaonline