Chuvas intensas na cidade de Patos, no Sertão da Paraíba, provocaram alagamentos em ruas e atingiram áreas internas do Hospital Regional da Patos na noite de sexta-feira (27). Apesar dos transtornos causados pelo temporal, a unidade e os órgãos de emergência informaram que não houve vítimas.
Segundo a direção do hospital, o volume de água fez transbordar as calhas do teto de uma das alas, permitindo a entrada de chuva em espaços de apoio. A água alcançou a área de repouso dos profissionais da unidade, mas não atingiu enfermarias nem setores de atendimento aos pacientes. Em nota, a administração ressaltou que “não houve nada grave no hospital” e que o alagamento ocorreu principalmente em áreas externas e de apoio, sem afetar os serviços ou provocar intercorrências com pacientes.
Como medida preventiva, o Hospital Regional da Patos informou que chegou a desligar temporariamente o tomógrafo em alguns momentos, em função de oscilações na energia, para evitar danos ao equipamento. A unidade confirmou que não houve interrupção nos atendimentos.
A Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa) registrou 50,2 milímetros de chuva desde sexta-feira. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) já havia previsto o volume elevado para a região.
O Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba registrou outras ocorrências relacionadas ao temporal. No bairro da Liberdade, uma ventania arrancou parte da cobertura metálica de uma fábrica de bebidas; o telhado caiu sobre residências vizinhas e bloqueou rua da localidade. Não houve feridos, apenas danos materiais.
Além desse caso, os bombeiros atenderam duas ocorrências de alagamentos leves em moradias, sem prejuízo estrutural e sem vítimas. Veículos — carros e motos — estacionados em vias também foram arrastados pela água em pontos da cidade.
As equipes de defesa civil, bombeiros e serviços públicos locais permaneceram em alerta para monitorar pontos de alagamento e prestar apoio às áreas mais afetadas enquanto a previsão aponta possibilidade de continuidade das chuvas.
Com informações de G1



