O empresário Alysson Campelo Catuhyte Wanderlei foi detido nesta quarta-feira (14) em João Pessoa no âmbito de um novo inquérito por violência doméstica contra a companheira. Esta configuração marca a terceira prisão do suspeito relacionada à mesma vítima.
A delegada Marcela Gonçalves informou à TV Cabo Branco que solicitou a prisão preventiva de Alysson em outro procedimento investigatório, com o objetivo de resguardar a ordem pública. Segundo a autoridade, o pedido se insere nas apurações em curso sobre as denúncias de agressão.
O empresário se apresentou para cumprir a ordem de prisão no Fórum Criminal e deverá passar por audiência de custódia. A reportagem do Jornal da Paraíba tentou contato com a defesa de Alysson, mas não obteve retorno até a última atualização desta matéria.
Conforme registro do processo, Alysson vinha respondendo em liberdade após audiência de custódia realizada no dia 12 de setembro. Entretanto, ele foi preso pela segunda vez no dia 11 de setembro, horas após ter sido liberado com monitoramento por tornozeleira eletrônica. A advogada da vítima afirmou que, nesse episódio, o suspeito teria ligado para a vítima, desrespeitando medidas cautelares impostas.
Primeira prisão
A primeira detenção em flagrante ocorreu no dia 14 de agosto, quando Alysson foi apontado como autor de violência doméstica contra a companheira em João Pessoa. A Polícia Civil informou que ele responderia pelos crimes de lesão corporal e ameaça, previstos na Lei Maria da Penha.
Após essa prisão inicial, o empresário foi encaminhado à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) da Zona Sul e, na sequência, para a carceragem da Cidade da Polícia Civil. Na ocasião, a defesa enviou posicionamento afirmando respeito às decisões do poder judiciário e sinalizando que adotaria todos os meios legais necessários para assegurar o contraditório e a ampla defesa.
Também foi determinada uma medida protetiva de urgência em favor da vítima naquele primeiro episódio, segundo a polícia.
Os trâmites do novo inquérito e a audiência de custódia devem definir os próximos passos do caso.
Com informações de Jornaldaparaiba



