Uma criança de três anos morreu no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, no Agreste paraibano, em caso registrado como suspeita de meningite. A menina estava internada na unidade desde 4 de agosto e o óbito foi confirmado no domingo, 9 de agosto.

Segundo nota do Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, o quadro clínico apresentado pela paciente era compatível com meningite. A equipe médica relatou sinais clínicos que incluíam inflamação no ouvido e presença de outras comorbidades, sem detalhar quais eram essas condições associadas.

O hospital informou ainda que o atendimento seguiu o protocolo indicado para casos de meningite e que o diagnóstico feito foi clínico, sem especificação quanto ao tipo da doença — ou seja, não foi apontado se se tratava de meningite bacteriana ou viral. Até o momento não há confirmação laboratorial sobre a causa do óbito.

O G1 procurou a Secretaria de Estado da Saúde (SES) para esclarecer se será realizada investigação laboratorial que determine a origem da infecção e aguarda retorno sobre a possível investigação. A apuração oficial é necessária para confirmar definitivamente se a meningite foi a causa da morte e para identificar o agente responsável, caso exames complementares sejam realizados.

O caso segue com informações oficiais limitadas à nota do hospital, que detalha o tempo de internação e as providências médicas adotadas durante o atendimento. Não houve divulgação pública de outros dados sobre o histórico clínico da criança além do que consta no comunicado da unidade de saúde.

Familiares e a comunidade local não tiveram detalhes adicionais divulgados até a publicação desta reportagem. A apuração sobre a existência de exames laboratoriais e eventual investigação epidemiológica depende do posicionamento da Secretaria de Estado da Saúde, que foi consultada pelo veículo e ainda não se manifestou.

A notícia será atualizada caso a SES ou o hospital forneçam esclarecimentos complementares sobre os resultados de exames ou sobre procedimentos adotados após o óbito.

Com informações de G1