O Sistema Único de Saúde (SUS) registrou crescimento expressivo no atendimento a pessoas que buscam ajuda para interromper o tabagismo: o total de tratamentos quase quadruplicou nos últimos seis anos.
Em 2020, a rede pública realizou 5.295 atendimentos relacionados a tratamentos para parar de fumar. Já no ano passado, o número subiu para 19.181, segundo dados apontados pelo levantamento
O protocolo antitabagismo do SUS prevê, entre as medidas oferecidas aos pacientes, a distribuição de adesivos de nicotina e a prescrição de um antidepressivo. Essas intervenções fazem parte do conjunto de ações que compõem o atendimento fornecido pela rede pública de saúde.
Os dados apontam para um aumento significativo da procura por suporte público no enfrentamento ao tabagismo ao longo do período referido. A comparação entre 2020 e o ano passado mostra a ampliação da oferta e/ou da adesão aos programas antitabagismo no âmbito do SUS.
As estatísticas oficiais registram a evolução do número de atendimentos, indicando mudanças na demanda por assistência ou na capacidade de acolhimento do sistema público. As informações sobre os tipos de intervenções disponibilizadas, como os adesivos de nicotina e o uso de um antidepressivo no protocolo, descrevem parte das estratégias terapêuticas empregadas.
O crescimento do número de tratamentos em cinco dígitos no último ano em comparação a 2020 reflete um movimento de maior utilização dos serviços de cessação do tabagismo oferecidos pelo SUS, conforme os registros apresentados.
A notícia apresenta os números e as medidas que compõem o protocolo antitabagismo do SUS, sem apontar fatores externos ou avaliações adicionais sobre causas ou impactos além dos dados informados.
Com informações de Paraibaonline




