Um homem investigado por envolvimento no homicídio ocorrido no Campo do Figueirense, no bairro Dinámerica, em Campina Grande, foi preso na terça-feira, 25 de abril. A detenção cumpriu mandado expedido pela Vara do Tribunal do Júri e foi executada por equipes da Polícia Civil na residência do suspeito, situada no bairro Jardim Continental, na mesma cidade.
De acordo com informações repassadas pela Delegacia de Homicídios de Campina Grande, o investigado não seria o autor dos disparos que tiraram a vida da vítima, mas teria desempenhado papel considerado decisivo para a execução da ação criminosa. A polícia, entretanto, não detalhou quais atitudes teriam sido praticadas por ele para facilitar o assassinato. Tanto o nome do suspeito quanto sua idade não foram divulgados.
O crime aconteceu enquanto a vítima jogava futebol no Campo do Figueirense, local bastante frequentado por moradores do Dinámerica e de bairros adjacentes. Segundo a corporação, homens armados chegaram ao campo e efetuaram os disparos que atingiram o jogador, que não resistiu aos ferimentos. A identidade da pessoa morta também não foi informada oficialmente.
Após a emissão da ordem judicial, agentes de investigação localizaram o suspeito em casa. Ele foi conduzido à Central de Polícia Civil, no bairro do Catolé, onde passou pelos procedimentos de praxe, incluindo confecção do auto de cumprimento de mandado de prisão e exame de corpo de delito. Em seguida, foi encaminhado para unidade prisional da região, onde permanecerá à disposição da Justiça.
A Delegacia de Homicídios segue apurando as circunstâncias do assassinato para identificar e capturar o responsável pelos tiros. Investigadores continuam reunindo depoimentos de testemunhas e analisando imagens de câmeras de segurança instaladas nas proximidades do campo de futebol. Até o momento, não há informações sobre a motivação do crime, tampouco detalhes sobre o paradeiro do atirador.
O caso continuará sob responsabilidade da equipe especializada de Campina Grande, que promete divulgar novas informações à medida que o inquérito avance e novas provas sejam coletadas.
Com informações de Maispb



