No dia 4 de julho de 2026, a médica geriatra Ana Luiza Figueiroa afirmou, durante participação no quadro Vida Plena do programa Conexão Caturité, que pequenos esquecimentos podem integrar o processo natural de envelhecimento, mas advertiu que falhas de memória recorrentes exigem atenção.

A especialista diferenciou, na conversa, lapsos esporádicos de memória — como não lembrar de nomes ou compromissos isolados — de problemas mais persistentes. Segundo Ana Luiza Figueiroa, sinais que se repetem ou se agravam merecem uma avaliação cuidadosa.

Entre os exemplos mencionados pela geriatra estão dificuldade para recordar informações recentes, repetição frequente de perguntas, perda de orientação no tempo e no espaço e alterações no comportamento. Esses quadros, explicou ela, não devem ser automaticamente classificados como Alzheimer, mas precisam ser acompanhados.

Ao destacar essa distinção, Ana Luiza Figueiroa apontou a importância de observar a frequência e a intensidade dos episódios de esquecimento. Problemas isolados e temporários podem não refletir uma doença neurodegenerativa, enquanto falhas contínuas podem indicar a necessidade de investigação.

A participação da médica no quadro Vida Plena foi usada para esclarecer a população sobre a diferença entre o envelhecimento cognitivo esperado e sinais que demandam vigilância. A geriatra reforçou que identificar precocemente padrões de perda de memória é relevante para a condução adequada do caso.

O esclarecimento ocorreu no contexto do programa Conexão Caturité, em que a médica tratou do tema de modo didático, relacionando os tipos de esquecimentos a serem considerados normais e aqueles que apontam para acompanhamento médico.

Sem apresentar dados numéricos adicionais durante a participação, Ana Luiza Figueiroa concentrou-se em exemplificar comportamentos que devem alertar cuidadores e familiares para a necessidade de atenção clínica.

O alerta da geriatra enfatiza a diferenciação entre lapsos ocasionais e sinais repetitivos de prejuízo cognitivo, preservando a ideia de que nem todo esquecimento é sinônimo automático de Alzheimer.

Com informações de Paraibaonline