Relatório do Laboratório de Impacto Climático da Universidade de Chicago indica que o Brasil pode registrar até 13,3 mil mortes em decorrência do calor extremo provocado pelo Super El Niño. O estudo foi divulgado nesta quarta-feira, 23 de setembro de 2026, e aponta que a maior parte dessas vítimas deverá se concentrar nas regiões Norte e Nordeste do país.
De acordo com o documento, o fenômeno climático conhecido como Super El Niño está associado a uma elevação das temperaturas que, segundo os autores do relatório, terá efeitos significativos sobre a mortalidade no território brasileiro. O levantamento destaca o volume absoluto estimado de óbitos e a distribuição regional dos impactos, sem detalhar neste comunicado medidas específicas de mitigação ou intervenções propostas.
Brasil como país mais afetado na América Latina
O estudo classifica o Brasil como o país da América Latina que deverá sofrer os maiores efeitos do calor extremo ligado ao Super El Niño. A informação reforça a gravidade do quadro apontado pelos pesquisadores do Laboratório de Impacto Climático da Universidade de Chicago, que divulgaram os resultados em 23 de setembro de 2026.
Entre os pontos ressaltados pelo relatório está a concentração dos impactos nas regiões Norte e Nordeste, embora o levantamento não traga, no comunicado público, uma lista detalhada de municípios ou faixas etárias mais atingidas. Os dados referem-se ao efeito do aquecimento associado ao fenômeno identificado pelos autores como Super El Niño.
O documento do Laboratório de Impacto Climático da Universidade de Chicago serve como base para alertas e orientações sobre os riscos à saúde relacionados ao aumento de temperatura no país. As estimativas públicas divulgadas em 23 de setembro colocam em evidência a necessidade de acompanhamento pelos órgãos responsáveis e pela sociedade.
O relatório permanece a referência citada para as projeções sobre mortalidade ligadas ao evento climático.
Com informações de Paraibaonline


