Nesta terça-feira, 25 de novembro de 2025, as capas dos principais jornais do país concentram-se em temas que envolvem decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) e o tensionamento das relações entre o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional. A seguir, veja os assuntos que ocupam lugar de destaque nos diários A União, Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo e Valor Econômico.

A União (Paraíba)

O jornal paraibano abre sua edição informando que o STF manteve a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro. De acordo com a manchete, o ex-chefe do Executivo permanece detido na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. A decisão da Corte confirma o entendimento de que não há, neste momento, elementos suficientes para revogar a custódia, mantendo-se intacta a ordem de prisão expedida anteriormente.

Folha de S.Paulo

Na capital paulista, a Folha destaca o rompimento do deputado Motta com o líder do PT na Câmara. Segundo o jornal, o movimento do parlamentar amplia o desgaste do presidente Luiz Inácio Lula da Silva junto à base de apoio na Casa. O rompimento é apontado como mais um obstáculo ao governo na tentativa de aprovar matérias consideradas prioritárias para o Planalto.

O Estado de S. Paulo

O Estadão enfatiza que Davi Alcolumbre e o próprio deputado Motta contribuíram para ampliar a crise entre o Congresso e o governo federal. A publicação ressalta que as atitudes dos dois congressistas intensificam a disputa de forças no Legislativo, aumentando a dificuldade do Executivo para negociar votações e agendas consideradas estratégicas.

Valor Econômico

O diário econômico chama a atenção para o fato de que a tensão com o Congresso escala, refletindo diretamente no ambiente político e no mercado. Segundo o jornal, o avanço das divergências eleva o grau de incerteza sobre a capacidade do governo de articular sua pauta econômica no Parlamento.

Ao reunir as manchetes, observa-se um cenário em que decisões judiciais e embates entre lideranças políticas dominam a agenda noticiosa nacional nesta terça-feira. A manutenção da prisão do ex-presidente, o distanciamento de aliados na Câmara e o agravamento da crise entre os Poderes formam o pano de fundo das discussões que devem orientar o debate público nos próximos dias.

Com informações de Paraibaonline