Parte do muro do Santuário de Nossa Senhora da Penha, localizado na Praia da Penha, em João Pessoa, desabou na manhã de 23 de julho de 2026. O trecho afetado foi imediatamente interditado para preservar a segurança de frequentadores e visitantes; não há registro de feridos.
O santuário, que é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba (Iphaep), integra os principais pontos turísticos e religiosos da capital paraibana e recebe público diariamente. Após o desabamento, a Secretaria de Infraestrutura de João Pessoa (Seinfra) procedeu ao isolamento da área atingida como medida preventiva.
A Seinfra informou que a recuperação do muro não é de responsabilidade do município, uma vez que o bem pertence à Igreja Católica. Em razão dessa delimitação de competência, a administração municipal não detalhou prazos ou planos para reparos além do bloqueio provisório do local.
A reportagem solicitou posicionamento à Arquidiocese da Paraíba por meio da TV Cabo Branco para questionar se já existe previsão de início das obras de recuperação do muro, mas não obteve retorno até a última atualização desta matéria.
Testemunhas e visitantes que estiveram no entorno relataram que as equipes municipais mantiveram a área sinalizada após o incidente, evitando o acesso ao trecho comprometido. Não foram divulgadas informações adicionais sobre a extensão dos danos estruturais nem sobre eventuais laudos técnicos realizados até o fechamento desta reportagem.
Por estar situado em área de grande circulação de fiéis e turistas, o isolamento segue como medida de cautela enquanto as autoridades competentes — responsáveis pelo patrimônio — não apresentarem um cronograma de intervenção. A administração local continuará a monitorar a situação enquanto aguarda providências por parte da entidade proprietária.
O desabamento do muro chamou atenção pela proximidade de áreas de passagem e pelas características históricas do santuário, que é referência religiosa e turística na cidade. Nesta fase inicial, o foco permanece na segurança das pessoas que costumam frequentar o local.
Com informações de G1



