Senador defende combate às fontes de financiamento do crime organizado
Segundo Efraim, a presença de organizações criminosas em setores estratégicos da economia converteu práticas como sonegação fiscal, fraudes e o uso de empresas de fachada em risco para a segurança pública nacional. Para o senador, essa pauta deixou de ser exclusivamente técnica ou tributária e passou a integrar a agenda de proteção social do país.
O parlamentar apontou que postos e empresas de combustíveis têm sido empregados em esquemas de fraude e lavagem de dinheiro e defendeu uma atuação mais enérgica do Estado para retirar do mercado negócios que funcionam como instrumentos do crime organizado. Ele ressaltou ser necessário desarticular essas estruturas econômicas para reduzir o poder financeiro das quadrilhas.
Efraim, que é pré-candidato ao governo da Paraíba pelo PL, defendeu ainda maior coordenação entre órgãos federais e estaduais. Ele citou a necessidade de integração entre Congresso Nacional, Receita Federal, Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, Agência Nacional do Petróleo (ANP), Ministério da Justiça, secretarias estaduais de Fazenda e órgãos de inteligência. O senador alertou que, se as informações não circularem em tempo real, surgem brechas exploradas pelo crime.
Na visão do parlamentar, a repressão à criminalidade não se resume à prisão de integrantes de organizações, mas inclui medidas que impeçam a transformação de recursos ilícitos em poder econômico por meio de empresas, mercados e circuitos financeiros. Efraim afirmou confiar que, com legislação mais rígida e cooperação entre instituições, será possível recuperar a competitividade de quem produz de forma honesta e aumentar a segurança da população.
Com informações de Polemicaparaiba



